terça-feira, 18 de outubro de 2011

REDENÇÃO: Assassinos de taxista ainda estão soltos



Ainda continuam foragidos dois suspeitos da morte do taxista Benone Pereira de Oliveira, 54 anos, que foi mais uma vítima da onda de violência que impera em Redenção. Na noite da última sexta-feira ele foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). Uma das pessoas acusadas do crime já se encontra recolhida no Presídio Regional de Redenção. Trata-se de Luana Pereira da Silva, 19 anos, presa um dia após o crime. Porém, outros dois acusados continuam foragidos.
Segundo a polícia, o crime teve início quando Luana, a mando de seus comparsas conhecidos como Washington e Wiguisley Silva Rocha, mais conhecido como “Guilei”, atraiu o taxista, que fazia ponto no Terminal Rodoviário de Redenção, para a morte, contratando uma corrida. O taxista aceitou sem saber que seria a última. Acertada a corrida, Luana e seus comparsas entraram no carro da vítima e seguiram pela PA-287, sentido Conceição do Araguaia.
À altura do “lixão”, a cerca de 10 quilômetros do perímetro urbano de Redenção, os marginais anunciaram o assalto. Houve reação do taxista, que foi morto quando teve a garganta cortada. Os pertences e o dinheiro foram roubados pelos bandidos. Logo em seguida, de acordo com informações da acusada, o corpo foi arrastado por cerca de 300 metros para dentro de uma propriedade às proximidades de onde ele foi morto e “desovado”, só vindo a ser encontrado no dia seguinte.
O carro da vítima, um VW/Gol, cor cinza, placas JUE-5126, foi encontrado abandonado, próximo ao local do crime.
Assim que foram acionadas, as polícias Militar e Civil desencadearam uma caçada para prender os envolvidos no crime. Porém, até o momento, só conseguiram prender Luana que em depoimento detalhou sua participação na morte do taxista. Segundo o delegado Leonildo Mendes, a Justiça já decretou a prisão de Luana e dos outros dois acusados, sendo apenas questão de tempo para a prisão da dupla.
Ainda segundo a polícia, Wiguisley já tem várias passagens pela polícia por diversos crimes e é considerado um elemento altamente perigoso. O taxista, que morava no setor Alto Paraná, foi enterrado na manhã de domingo.  (Paulo Carrion)

 

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